quarta-feira, 22 de maio de 2013

UM LÍDER SE FAZ DE FORMAS DIFERENTES

















A liderança do sindicalista Valter Souza,não é contestada quando se trata do sliderança do sindicalista Valter Souza,não é contestada quando se trata do seu comportamento calmo e tranquilo por onde vai conquistando amigos.
Valter é o atual presidente da Nova Central Sindical RS e do Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias da Construção Civil de Poa e Região metropolitana.
Seu estilo é de absoluta tranquilidade sem perder a identidade forte de alguem que ha mais de 45 anos está na vida sindical.
Sua ação sempre é conciliadora,mas nas tratativas com os patrões é intransigente na defesa da categoria e usa do artificio de experiência para se fazer respeitar e entender.Os trabalhadores confiam nele por isso.
Valter fez crescer com o seu jeito quieto e decidido, a Nova Central no RS,sem barulho,sem alarde tornou a Central conhecida e respeitada aumentando o numero de sindicatos filiados.
No Sindicato delega poderes,especialmente ao Secretario Geral,Gelson Santana,nova liderança da categoria,homem muito bem preparado para exercer a liderança entre os trabalhadores da Construção Civil.Gelson tem estilo diferente,é mais combativo e intransigente quando trata das questões do Sindicato e está dando ao STICC um ritmo moderno do novo sindicalismo.
Ambos,formam uma dupla inestimável na defesa dos trabalhadores.
O STICC está em boas mãos.
(João Garcia )

quinta-feira, 14 de junho de 2012

:: A Nova Visão do Sindicalismo::

Inegável que a dupla Valter e Gelson estão provocando uma revolução na ação sindical com o novo STICC-Sindicatos dos Trabalhadores nas Industrias da Construção Civil de Poa.
A experiencia de mais tempo do presidente Valter Souza com a ousadia do seu secretario geral,Gelson Santana, tem casado bem nas ações do sindicato.
Hoje,uma casa moderna com uma equipe remotivada para atender os associados e a categoria.
Novas áreas de saúde,nova dinâmica no atendimento juridico e uma incesante busca de qualidade na fiscalização.
O trabalhador sente-se protegido no Sindicato,sabe que existem dirigentes e colegas preocupados com o seu bem estar e melhor atendimento.As pessoas que buscam guarida no STICC encontram profissionais qualificados e atenciosos.
Recentemente o STIC contratou os serviços da Vossa,empresa de comunicação e marketing dirigida com competencia pelo publicitario Gil Kurtz e os resultados aparecem no dignostico imediato de pesquisa realizada junto aos trabalhadores e associados e em recente evento tratando em Seminário da Segurança no Trabalho.
Os olhos do Sindicato estão postados no Futuro e na Modernidade.Isto é muito bom.
Os colaboradores na sede demonstram interesse em aprender e adquirir Conhecimento com reuniões semanais abordando os mais variados assuntos na Formação e na Informação,ás sextas feiras se tornaram hábitos de consumo do Saber e Aprender.O maior entusiasta deste movimento é o Secretario Geral,Gelson Santana.
As comemorações dos eventos e datas historicas contam com uma equipe entusiasmada,com um sorriso no rosto para todos.

O prestigio do Sindicato está em alta apoiado por autoridades e parlamentares presentes aos eventos prestigiando o STICC e sendo parceiros nas reinvindicações que visam o Bem Estar dos trabalhadores.
Figuras públicas importantes na vida brasileira fazem questão de estar ao lado do Sindicato nas suas reuniões festivas ou não,porque encontram ali ambiente favorável ao seu discurso e prática.Caso do senador Paulo Paim,reconhecidamente um batalhador na defesa do trabalhador.Sempre que convidado- e o convite é permanente- se faz presente para sentir de perto o carinhop e o reconhecimento do povo do STICC.

O ex-governador Alceu De Ceus Collares,inegavel liderança trabalhista do Brasil é outro habitual amigo que busca no STICC,na convivência com os trabalhadores retemperar sua luta na defesa dos ideiais de Getulio Vargas,Jango e Brizola.
Alceu Collares renova sua luta na ctroca com os trabalhadores do STICC,onde é prestigiado,acarinhado pelos operarios e suas familias.Seu discurso forte dá base e sustentação ao trabalho do Sindicato.


A Ação Social do Sindicato tem proporcionado a entidades assistenciais oportunidade de reforçar as contribuições de alimentos e roupas,recolhidos junto aos trabalhadores-colaboradores do Sindicato.
Uma destas ações foi em beneficio da SPAN-tradicional entidade de assistência a idosos carentes.
Sempre a frente destas inidicativas o presidente Valter Souza faz questão de pessoalmente com a equipe levar ás contribuições dos funcionarios e da diretoria.


A Escola de Formação Profissional do STICC com o Senai e o Sinduscon, forma anualmente dezenas de profissionais qualificados para o exercicio da profissão.
São cursos regulares de media duração e outros de curta duração.Os profissionais da escola são referência no mercado de trabalho e na medida que vão se formando, acabam contratados imediatamente pelas empresas por serem referência no mercado.
É curioso ver que os paraninfos-normalmente diretores de empresas-tratarem desde logo da contratação dos afilhados por saber que se tratam de jovens profissionais da melhor qualidade.


 
Flagrantes do dia a dia do STICC ficam registrados pelo competente trabalho da 
Assessoria de Comunicação Social que tem como coordenador, o Gerente do STICC,Derli dos Santos, da jornalista Susy Souza e do experiente jornalista Renato Ilha.

Os diretores sintonizados com o trabalho e atentos aos anseios da classe trabalhadora.

A palavra forte de um Presidente comprometido com os associaddos e trabalhadores,defgendendo o sindicalismo modernos e atuante em todos os momentos.

Este é o STICC,o novo Sindicato de olho na classe trabalhadora e incansável na defesa dos seus Direitos.



quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

EMPREITEIRAS DE ARAQUE

O boom da Construção Civil gerou no setor a criação de empreiteiras de araque, que cabem na bolsa ou na mochila do seu dono.O processo é incentivado pelos empresarios, que tem a responsabilidade da obra.As grandes empreiteiras sublocam com as terceirizadas a mão de obra.Este proc desxso é fragil,porque as empreiteiras pequenas não tem recursos para pagar os trabalhadores durante os 60 dias de carencia até a prim eira transferencia das construtoras.Resultam e atrasos e dores de cabeça ao trabalhador.
Ainda bem que os trabalhadores podem contar com o seu sindicato atento aos desrespeito e  protestando contra isso.Foi assim,recentmente com as empreiteiras que prestam serviço á Rossi Construtora.Foi preciso ir para o portão da obra protestar e conquistar o pagamento dos trabalhadores em atraso.A ação da Fiscalização do STICC foi forte mobilizando trabalhadores e a Rossi pagou o que a empreiteira de araque estava devendo.
O Sindicato existe para isso,defender com unhas e dentes o trabalhador.
Vitória d o STICC ,de novo.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

:: As noticias não são boas sempre::

Construção civil combina recorde de empregos e problemas

Nunca houve tantos trabalhadores formais na construção civil no país. São 2,7 milhões que - conforme dados, pesquisas e relatos de dirigentes sindicais - seguem expostos a riscos e acidentes.
Os vistosos números seguem acompanhados, contudo, de outros dados preocupantes relacionados à garantia de trabalho decente.
Aspectos como acidentes (e subnotificações), intensificação, terceirização e informalidade ainda ameaçam a dignidade plena dos trabalhadores do setor.

Com base na observação de 58 mil situações de riscos em cinco grandes obras espalhadas pelo país, uma consultoria privada identificou 12,3 mil (22%) situações de desvios dos padrões recomendados quanto ao risco de quedas de pessoas e materiais, especialmente para trabalhos em altura.

Dados disponibilizados pelo Ministério da Previdência Social (MPS) fornecem um quadro mais amplo. Por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), é possível notar que os acidentes de trabalho na construção civil cresceram 69,3%entre 2006 e 2008. O número de óbitos aumentou 25% no mesmo período e os acidentes que causaram incapacidade permanente subiram 37%. Impressiona ainda mais o salto de acidentes que causaram afastamento de empregados por mais de 15 dias de 2006 a 2008: 122%.

Riscos e problemas
Para o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (Conticom), Luiz Queiroz, a preferência dos jovens por outros setores é um indício relevante. "Um jovem hoje prefere ir para outros setores e não para construção civil, pois os riscos da profissão não têm uma compensação financeira", coloca. "É muito menos desgastante trabalhar com telemarketing e o salário é o mesmo".

Na avaliação de Luiz, a precarização está ligada à expansão acelerada do setor.
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon), João Rodrigues, destaca outro fator relacionado ao problema: a intensificação do trabalho no canteiro de obras. "Falta mão de obra qualificada, aumenta-se, então, a carga horária e/ou a exigência por prazos. Desse jeito, o cansaço facilita a ocorrência de acidentes".

"O ritmo muito intenso traz novos problemas para a saúde do trabalhador como LER [Lesão por Esforço Repetitivo], Dort [Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho] e hérnia. Alguns chegam a trabalhar de segunda a segunda. Isso aumenta o risco", adiciona Luiz, da Conticom, condeferação ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).

A expansão da setor expõe outro aspecto negativo: a falta de treinamento. A Norma Regulamentar (NR) 18, que rege as condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, obriga as empresas a fornecer treinamento. Na prática, contudo, as instruções muitas vezes não são dadas adequadamente. "As grandes empresas costumam fazer algum treinamento protocolar. O sindicato preferiria palestras específicas. O trabalho feito pelo carpinteiro é diferente do que é feito pelo pedreiro", coloca João, do Sintracon, organização sindical filiada à Força Sindical.

Além disso, o problema da informalidade continua sendo uma realidade na construção civil. Balanços do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sublinham que os empregos informais chegam a ultrapassar 50% nas regiões metropolitanas. Em São Paulo, 61,5% de trabalhadores do setor não tinham carteira assinada em 2008, seja trabalhando por conta própria ou como assalariados sem vínculo formal.

"A informalidade é muito grande. Tem empregador que chega a reter a carteira de trabalho e só registra em caso de acidente, para evitar um problema maior", acusa Luiz. A informalidade, completa ele, também está ligada às terceirizações e quarterizações, que precarizam a saúde e segurança do trabalho. Houve até casos recentes de trabalho escravo no setor.

Fiscalização e propostas
Desde 2009, o Ministério Público do Trabalho (MPT) coordena o Programa Nacional de Combate às Irregularidades Trabalhistas na Construção Civil, que tem como objetivo intensificar a atuação preventiva no setor, para tentar evitar a ocorrência de mais problemas na construção civil.

A procuradora do trabalho Cinthia Passari Von Ammon, que coordena uma das atuações regionais do programa na região de Ribeirão Preto (SP) explica que o primeiro passo é explicar às empresas a importância do cumprimento das normas de segurança. Nesta fase, o MPT notifica quais obrigações devem ser cumpridas e estabelece 60 dias para adequação.

Um dado específico da região e que chamou a atenção da procuradora do trabalho foi a migração de cortadores de cana-de-açúcar para a construção civil. Com a mecanização de boa parte dos canaviais, parte dos trabalhadores ficou sem trabalho. "O problema principal é a transferência de trabalhadores da área rural que migraram de outros estados. Eles acabam se sujeitando a trabalhar em situação pior do que a dos próprios cortadores".

O dirigente sindical Luiz, da Conticom, prega, além da fiscalização, mudanças maiores no setor. "Quando for pensada uma obra, tem que ser pensado qual o tipo, a característica, e quais os riscos existentes, desde a planta até a entrega. Tem que ter planejamento por parte das empresas", recomenda. "As empresas só reclamam que falta qualificação. Mas falta salário e o trabalho é muito desgastante. Não é só qualificar".

Na avaliação de Haruo Ishikawa, vice-presidente das Relações Capital-Trabalho do SindusCon-SP, a associação da construção civil com riscos para o trabalhador faz parte de um "estigma". As condições de saúde e segurança do trabalho, garante, têm melhorado nos últimos anos. "Há 10 anos, transporte e construção civil eram os campeões absolutos de acidentes de trabalho. Hoje, não ocupamos mais essa posição", argumenta.

Ele reconhece que a informalidade ainda se alastra por aproximadamente metade de todo o setor, mas enfatiza que a indústria formal tem buscado avanços em termos da qualidade do emprego. A proporção maior de registros de acidentes está vinculada ao aumento de formalizações, avalia Haruo. Foram mais de 1,1 milhão de novos empregos a partir de 2000. "Desde 2006, estamos passando pelo período com mais contratações".

Os acidentes na construção civil têm conexão também com a mudança nos padrões de avaliação de acidentes do INSS, na análise de Damásio Aquino, pesquisador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro). Em 2007, a adoção do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), que define a classificação dos problemas de saúde passíveis de concessão de benefícios, inseriu algumas doenças ocupacionais (LER, Dort, etc) dentro das categorias de acidentes . "Até 2006, a curva dos acidentes de trabalho era descendente, a partir da mudança do NTEP em 2007, esses números passaram a aumentar".

Sobre a intensificação do trabalho nos canteiros, Haruo, do SindusCon-SP, diverge da posição apresentada pelos sindicatos. Ele declara que as empresas vêm respeitando as convenções coletivas de trabalho (CTCs) e as exigências estão dentro dos padrões normais. O representante patronal adiciona ainda que os empregadores investem em treinamento e cita inclusive uma parceria firmada com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que pretende atender 60 mil trabalhadores do setor.

A absorção da mão de obra de ex-cortadores de cana pelo setor tem de fato ocorrido, confirma Haruo. Segundo ele, os acordos dos últimos cinco anos garantiram aumentos reais do piso salarial dos empregados da construção acima da inflação, além de melhorias em termos de alimentação e outros benefícios. Dados do Dieese mostra, entretanto, que o rendimento médio do trabalhador do setor caiu entre 1998 e 2008. Em São Paulo, por exemplo, a queda foi de 21,4%, já corrigida a inflação do período.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

:: A gurizada e elas::

Vamos lá !
Estão abertas inscrições,até dia 18/10, (confirmar com a Fernanda-3012.6262),para um grande encontro estadual reunidos as mulheres e os jovens trabalhadores no dia 23,evento promovido pela Nova Central Sindical dos Trabalhadores -NCST / RS,em Porto Alegre ,no Salão de Eventos da Igreja Sagrada Família.


É o ENCONTRO ESTADUAL DA MULHER E DA JUVENTUDE TRABALHADORA DO RS.


O temário é rico e todos ouvirão informações sobre Drogas;Gravidez na Adolescência;Lei Maria da Penha;Saúde Bucal ;Igualdade Racial e Mulher,Trabalho e Desenvolvimento.

Boa oportunidade para adquirir Conhecimento e estabelecer o debate sobre estes temas importantes.


Não Percam !

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

:: Solidariedade, o justo prêmio ::

Foi num plenario de galerias lotadas que o presidente do STICC recebeu o Trofeu Solidariedade instituído pelo Legislativo Municipal,por iniciativa do vereador Luis Braz(PSDB), para premiar entidades e pessoas cuja trajetória comunitária esteja marcada por ações solidárias.
Valter Souza,tem imprimido no Sindicato a marca da Solidariedade através de ações e projetos assistenciais e de saúde pública envolvendo a entidade dos trabalhadores da construção civil.
As galerias saudaram efusivamente a premiação entregue ao líder sindical que respondeu á homenagem com um discurso emocionado.
Este é Valter Souza,cercado dos seus diretores e dos funcionarios posou para fotos e dos presentes recebeu a consagração do aplauso,sempre com humildade e respeito que caracterizam a atuação do Presidente á frente de um dos mais importantes sindicatos da Capital.
Valter é também presidente da Nova Central,entidade que vem dirigindo desde meados de 2010 e onde é respeitado e admirado por seus pares de liderança sindical.
O Prêmio Solidariedade é o justo reconhecimento a Valter Souza e ao Sindicato dos Trabalhadores nas Industrias da Construção Civil.

domingo, 12 de setembro de 2010

::Liderança se conquista ::




Um líder com inteligência,coragem sem arrogância

Enganam-se os que sem observação detalhada das reações circunstantes pensam estar diante de um líder quando este impõe liderança no grito,ou porque o cara é grande e soberbo.
O modelo do líder é de baixa estatura física e grande imposição moral diante dos seus liderados,fala manso,mas se precisar alterar e firmar a voz ele o fará no momento certo.
É um Conciliador.
Gosta de cercar-se de pessoas ouve as vozes experientes.Quando está na luta pela liderança jamais coloca seu nome em primeiro lugar,deixa que o consenso o indique no embate final.
Para chegar ao Poder ganha antes todos os prêmio como Melhor Coadjuvante e não teme tomar decisões ,que firam esta História porque acima dele esta a Causa.


É Justo.
Este líder não gosta de ver humilhados seus iguais e com eles fica Solidário.
Por isto o Líder é Respeitado e não por gritos ou medo.
Relembremos grandes líderes com estas caraterísticas:
Wiston Churchil,inglês que conduziu a Inglaterra a uma grande vitória na Segunda Grande Guerra e salvou a Europa.Foi ele o Grande Líder e não Charles de Gaulle,o francês de quase dois metros de altura.Sua voz no Parlamento britânico calava a todos e cessava até mesmo o vôo das moscas,para ouvi-lo.
Getulio Vargas,gaúcho,coadjuvante de Borges de Medeiros,liderou a Revolução de 1930,combateu e venceu em 32 conduziu o Brasil a Grande Virada na legislação trabalhista e no desenvolvimento de base.Voltou nos braços do povo e saiu da vida para entrar na História.
Claro,sem estas dimensões,cruzamos no Tempo com líderes que tem este perfil aqui traçado.
Homens absolutamente comuns ao primeiro olhar e que destacam-se na observação mais atenta e criteriosa.
O líder é uma águia,dizem,enxerga longe,confirmam.


Sai do ambiente para observa-lo de um ponto privilegiado e tem ouvidos atentos aos ruídos ,conseguindo discernir movimentos e sons que fazem a diferença na hora decisiva.
Não precisamos andar longe para encontrar este Líder,porque ele passa por nós ,Discreto e uma palavra sua nos dá a Realidade e o Caminho.
Ainda menino,repórter em Pelotas, o conheci na sagrada lida da atividade sindical.
As linhas da Vida cruzaram e descruzaram,traçando objetivos,por vezes alinhados,noutros não,mas sempre com respeito.
Hoje,neste Novo Tempo tudo está diferente.
O coadjuvante constrói carreira de Ator principal no filme da sua vida e o Líder reafirma-se nas conquistas feitas com base na qualificação pessoal,de Homem e Cidadão.
Ao cruzar por ele dedique-lhe um aperto de mão e agradeça.
VALTER SOUZA.
,Agora ,tantas vezes Presidente é um LÍDER destes projetados na prancheta da Luta e construído tijolo a tijolo com a argamassa da Vidac,om acabamento primoroso do Trabalho honrado na defesa da sua classe operária.
VALEU VALTER!!!
(depoimento do jornalista João Garcia,editor do blogue)