quinta-feira, 7 de outubro de 2010
:: As noticias não são boas sempre::
Nunca houve tantos trabalhadores formais na construção civil no país. São 2,7 milhões que - conforme dados, pesquisas e relatos de dirigentes sindicais - seguem expostos a riscos e acidentes.
Os vistosos números seguem acompanhados, contudo, de outros dados preocupantes relacionados à garantia de trabalho decente.
Aspectos como acidentes (e subnotificações), intensificação, terceirização e informalidade ainda ameaçam a dignidade plena dos trabalhadores do setor.
Com base na observação de 58 mil situações de riscos em cinco grandes obras espalhadas pelo país, uma consultoria privada identificou 12,3 mil (22%) situações de desvios dos padrões recomendados quanto ao risco de quedas de pessoas e materiais, especialmente para trabalhos em altura.
Dados disponibilizados pelo Ministério da Previdência Social (MPS) fornecem um quadro mais amplo. Por meio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), é possível notar que os acidentes de trabalho na construção civil cresceram 69,3%entre 2006 e 2008. O número de óbitos aumentou 25% no mesmo período e os acidentes que causaram incapacidade permanente subiram 37%. Impressiona ainda mais o salto de acidentes que causaram afastamento de empregados por mais de 15 dias de 2006 a 2008: 122%.
Riscos e problemas
Para o diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e da Madeira (Conticom), Luiz Queiroz, a preferência dos jovens por outros setores é um indício relevante. "Um jovem hoje prefere ir para outros setores e não para construção civil, pois os riscos da profissão não têm uma compensação financeira", coloca. "É muito menos desgastante trabalhar com telemarketing e o salário é o mesmo".
Na avaliação de Luiz, a precarização está ligada à expansão acelerada do setor.
O diretor do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Paulo (Sintracon), João Rodrigues, destaca outro fator relacionado ao problema: a intensificação do trabalho no canteiro de obras. "Falta mão de obra qualificada, aumenta-se, então, a carga horária e/ou a exigência por prazos. Desse jeito, o cansaço facilita a ocorrência de acidentes".
"O ritmo muito intenso traz novos problemas para a saúde do trabalhador como LER [Lesão por Esforço Repetitivo], Dort [Distúrbios Osteo-musculares Relacionados ao Trabalho] e hérnia. Alguns chegam a trabalhar de segunda a segunda. Isso aumenta o risco", adiciona Luiz, da Conticom, condeferação ligada à Central Única dos Trabalhadores (CUT).
A expansão da setor expõe outro aspecto negativo: a falta de treinamento. A Norma Regulamentar (NR) 18, que rege as condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção, obriga as empresas a fornecer treinamento. Na prática, contudo, as instruções muitas vezes não são dadas adequadamente. "As grandes empresas costumam fazer algum treinamento protocolar. O sindicato preferiria palestras específicas. O trabalho feito pelo carpinteiro é diferente do que é feito pelo pedreiro", coloca João, do Sintracon, organização sindical filiada à Força Sindical.
Além disso, o problema da informalidade continua sendo uma realidade na construção civil. Balanços do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) sublinham que os empregos informais chegam a ultrapassar 50% nas regiões metropolitanas. Em São Paulo, 61,5% de trabalhadores do setor não tinham carteira assinada em 2008, seja trabalhando por conta própria ou como assalariados sem vínculo formal.
"A informalidade é muito grande. Tem empregador que chega a reter a carteira de trabalho e só registra em caso de acidente, para evitar um problema maior", acusa Luiz. A informalidade, completa ele, também está ligada às terceirizações e quarterizações, que precarizam a saúde e segurança do trabalho. Houve até casos recentes de trabalho escravo no setor.
Fiscalização e propostas
Desde 2009, o Ministério Público do Trabalho (MPT) coordena o Programa Nacional de Combate às Irregularidades Trabalhistas na Construção Civil, que tem como objetivo intensificar a atuação preventiva no setor, para tentar evitar a ocorrência de mais problemas na construção civil.
A procuradora do trabalho Cinthia Passari Von Ammon, que coordena uma das atuações regionais do programa na região de Ribeirão Preto (SP) explica que o primeiro passo é explicar às empresas a importância do cumprimento das normas de segurança. Nesta fase, o MPT notifica quais obrigações devem ser cumpridas e estabelece 60 dias para adequação.
Um dado específico da região e que chamou a atenção da procuradora do trabalho foi a migração de cortadores de cana-de-açúcar para a construção civil. Com a mecanização de boa parte dos canaviais, parte dos trabalhadores ficou sem trabalho. "O problema principal é a transferência de trabalhadores da área rural que migraram de outros estados. Eles acabam se sujeitando a trabalhar em situação pior do que a dos próprios cortadores".
O dirigente sindical Luiz, da Conticom, prega, além da fiscalização, mudanças maiores no setor. "Quando for pensada uma obra, tem que ser pensado qual o tipo, a característica, e quais os riscos existentes, desde a planta até a entrega. Tem que ter planejamento por parte das empresas", recomenda. "As empresas só reclamam que falta qualificação. Mas falta salário e o trabalho é muito desgastante. Não é só qualificar".
Na avaliação de Haruo Ishikawa, vice-presidente das Relações Capital-Trabalho do SindusCon-SP, a associação da construção civil com riscos para o trabalhador faz parte de um "estigma". As condições de saúde e segurança do trabalho, garante, têm melhorado nos últimos anos. "Há 10 anos, transporte e construção civil eram os campeões absolutos de acidentes de trabalho. Hoje, não ocupamos mais essa posição", argumenta.
Ele reconhece que a informalidade ainda se alastra por aproximadamente metade de todo o setor, mas enfatiza que a indústria formal tem buscado avanços em termos da qualidade do emprego. A proporção maior de registros de acidentes está vinculada ao aumento de formalizações, avalia Haruo. Foram mais de 1,1 milhão de novos empregos a partir de 2000. "Desde 2006, estamos passando pelo período com mais contratações".
Os acidentes na construção civil têm conexão também com a mudança nos padrões de avaliação de acidentes do INSS, na análise de Damásio Aquino, pesquisador da Fundação Jorge Duprat Figueiredo de Segurança e Medicina do Trabalho (Fundacentro). Em 2007, a adoção do Nexo Técnico Epidemiológico Previdenciário (NTEP), que define a classificação dos problemas de saúde passíveis de concessão de benefícios, inseriu algumas doenças ocupacionais (LER, Dort, etc) dentro das categorias de acidentes . "Até 2006, a curva dos acidentes de trabalho era descendente, a partir da mudança do NTEP em 2007, esses números passaram a aumentar".
Sobre a intensificação do trabalho nos canteiros, Haruo, do SindusCon-SP, diverge da posição apresentada pelos sindicatos. Ele declara que as empresas vêm respeitando as convenções coletivas de trabalho (CTCs) e as exigências estão dentro dos padrões normais. O representante patronal adiciona ainda que os empregadores investem em treinamento e cita inclusive uma parceria firmada com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) que pretende atender 60 mil trabalhadores do setor.
A absorção da mão de obra de ex-cortadores de cana pelo setor tem de fato ocorrido, confirma Haruo. Segundo ele, os acordos dos últimos cinco anos garantiram aumentos reais do piso salarial dos empregados da construção acima da inflação, além de melhorias em termos de alimentação e outros benefícios. Dados do Dieese mostra, entretanto, que o rendimento médio do trabalhador do setor caiu entre 1998 e 2008. Em São Paulo, por exemplo, a queda foi de 21,4%, já corrigida a inflação do período.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
:: A gurizada e elas::
Vamos lá !segunda-feira, 27 de setembro de 2010
:: Solidariedade, o justo prêmio ::
domingo, 12 de setembro de 2010
::Liderança se conquista ::


O modelo do líder é de baixa estatura física e grande imposição moral diante dos seus liderados,fala manso,mas se precisar alterar e firmar a voz ele o fará no momento certo.
É um Conciliador.
Gosta de cercar-se de pessoas ouve as vozes experientes.Quando está na luta pela liderança jamais coloca seu nome em primeiro lugar,deixa que o consenso o indique no embate final.
Para chegar ao Poder ganha antes todos os prêmio como Melhor Coadjuvante e não teme tomar decisões ,que firam esta História porque acima dele esta a Causa.
Este líder não gosta de ver humilhados seus iguais e com eles fica Solidário.
Por isto o Líder é Respeitado e não por gritos ou medo.
Relembremos grandes líderes com estas caraterísticas:
Wiston Churchil,inglês que conduziu a Inglaterra a uma grande vitória na Segunda Grande Guerra e salvou a Europa.Foi ele o Grande Líder e não Charles de Gaulle,o francês de quase dois metros de altura.Sua voz no Parlamento britânico calava a todos e cessava até mesmo o vôo das moscas,para ouvi-lo.
Getulio Vargas,gaúcho,coadjuvante de Borges de Medeiros,liderou a Revolução de 1930,combateu e venceu em 32 conduziu o Brasil a Grande Virada na legislação trabalhista e no desenvolvimento de base.Voltou nos braços do povo e saiu da vida para entrar na História.
Claro,sem estas dimensões,cruzamos no Tempo com líderes que tem este perfil aqui traçado.
Homens absolutamente comuns ao primeiro olhar e que destacam-se na observação mais atenta e criteriosa.
O líder é uma águia,dizem,enxerga longe,confirmam.
Não precisamos andar longe para encontrar este Líder,porque ele passa por nós ,Discreto e uma palavra sua nos dá a Realidade e o Caminho.
Ainda menino,repórter em Pelotas, o conheci na sagrada lida da atividade sindical.
As linhas da Vida cruzaram e descruzaram,traçando objetivos,por vezes alinhados,noutros não,mas sempre com respeito.
Hoje,neste Novo Tempo tudo está diferente.
O coadjuvante constrói carreira de Ator principal no filme da sua vida e o Líder reafirma-se nas conquistas feitas com base na qualificação pessoal,de Homem e Cidadão.
Ao cruzar por ele dedique-lhe um aperto de mão e agradeça.
VALTER SOUZA.
,Agora ,tantas vezes Presidente é um LÍDER destes projetados na prancheta da Luta e construído tijolo a tijolo com a argamassa da Vidac,om acabamento primoroso do Trabalho honrado na defesa da sua classe operária.
VALEU VALTER!!!
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
:: O bom senso venceu !::
STICC E O BOM SENSO NA GREVEterça-feira, 10 de agosto de 2010
:: Meu Pai,Pai::

PAI SÓ TEM UM
Afetuosamente o Departamento de Apoio tomou a iniciativa de entregar um presente do Boticário para todos os pais do Sindicato, na última sexta-feira.Gesto muito bem recebido por todos os papais que posaram como um time para a foto que registra o momento.
PAPO FIRME

INTELIGENTES
COMPETENTES
A apresentação das atividades da Cobrança foi muito interativa nas reuniões da Sexta Sem Lei dentro do projeto COMUNIQUE-SE. As colegas foram muito felizes e objetivas ao descrever como é o seu trabalho no departamento e provocaram muitas perguntas dos presentes, que queriam muito saber como funciona o setor no Sindicato.Elas voltarão ao palco nesta sexta feira para acabar com todas as dúvidas.
CORAÇÃO VALENTE
GESTO DE AMOR
Resultado da ação solidária do STICC foram entregues á Sociedade Padre Cacique as doações dos colegas do Sindicato.Esta ação é feita anualmente por ocasião do Inverno e sempre com grandeza por parte dos colegas.
O presidente Valter Souza é o maior incentivador desta ação do Sindicato.
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
:: AMPLIANDO o entendimento interno ::
UM ELEFANTE INCOMODA MUITA GENTE,DOIS ELEFANTES...
PRESIDENTE PREOCUPADO
Quando pediu um projeto de comunicação interna para o Sindicato o presidente Valter Souza manifestava preocupação no sentido de que todos participassem com liberdade e democracia.
Aí surgiu o COMUNIQUE-SE ,programa que busca integrar todos os setores e os funcionários do Sindicato.No melhor estilo do Presidente,um companheiro cordato,simples,discreto e amigo, surgiu a proposta do COMUNIQUE-SE ,que já tem a implementação dos endereços eletrônicos internos de todos os funcionários,e breve contará com sistema interno de comunicação via intranet e está entrando no ar o Boletin Digital Interno -CONSTRUTIVO.O titulo foi escolhido pelos colegas em manifestação por escrito da maioria.
A partir desta sexta feira começam as apresentações dos departamentos do Sindicato demonstrando a todos o funcionamento interno do STICC.Estão programadas palestras de interesse coletivo e projetam-se apresentações dos Talentos da Construção.Os colegas terão oportunidade de revelar seus dotes artísticos na musica,teatro e humorismo.
Aqui mesmo no blogue vamos contar história da Nossa Gente para emocionar a todos.
Mandem fotos de momentos emocionantes e alegres de voces que vamos publicar.
Aguardem e sugiram aqui no blogue e direto nas caixas de coleta que vão ressonar nossos desejos e vontades em trabalhar com alegria.
O EDITOR
sexta-feira, 16 de julho de 2010
:: Caipiras divertidos sem limão ::

Mais uma vez um SUUUCESSO, a FESTA CAIPIRA DO STICC.
Animada alegre e feliz confraternização bem humorada dos funcionários no Salão de Festas do Sindicato
Foi um casamento caipira na Ilha de Liliput,onde o gigante Zé Bob Gulliver casou com uma mocinha da ilha, a Bruna.
Com direito a bolo,bebidas,musica e dança no Salão de Festas do Sindicato.

Noivo: Zé Bob
Noiva: Bruna
:: As mais lindas Caipiras ::
segunda-feira, 31 de maio de 2010
:: NOVOS TECNICOS DA CONSTRUÇÃO ::
O STICC ,Senai e Sinduscon,em parceria formaram mais uma turma de oficiais da Construção Civil,através da escola de formação profissional do Sindicato.
O presidente ,Valter Souza e o Secretario Geral, Gelson Santana,destacaram aos formandos da turma deste ano a necessidade de continuar os estudos,entusiasmando os novos companheiros a seguir na carreira buscando uma faculdade para no futuro tornarem-se engenheiros competentes e diante da experiência adquirida nos canteiros de obras,serem os melhores.:: BALADA DOS TRABALHADORES ::
Foi na Casa do Gaúcho que os funcionarios do Sindicato fizeram sua festa para comemorar o sucesso do encontro de 1º de Maio.Afinal ninguém é de ferro e aqueles que tratam de dar dignidade aos companheiros e companheiras trabalhadores da Construção Civil,merecem um dia para encontrar-se numa balada particular.
E as lindinhas aí além de competentes e bonitas também tem sorte.
Olha os premios que ganharam nos sorteios da noite de alegria e festa do STICC.
Presidente Valter Souza e diretores prestigiaram a festa dos colegas trabalhadores do STICC que estão preparando com muita dedicação novas ações para os trabalhadores.
QUERO QUE VOCE ME AQUEÇA NESTE INVERNO
A Diretoria também está chamando os colegas para a Ação Social de Inverno.
Todos estão sendo convocados para recolher donativos na CAMPANHA DO AGASALHO DO STICC. Levem ao Sindicato suas contribuições e vamos dar mais calor aos necessitados neste Inverno que está chegando e prometendo muito frio.
AGUARDEM!!!!
Preocupado com ações de ofensa,dano e assédio moral no trabalho o STICC prepara campanha de esclarecimento aos trabalhadores sobre esta ilegalidade.
O Assédio,ou Dano Moral no trabalho causa sofrimento aos trabalhadores.Denuncie!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
:: Festa e confraternização::



terça-feira, 11 de maio de 2010
:: Uma Festa de Arromba ::


PRESIDENTE FALA AO POVO

O GOVERNADOR DOS TRABALHADORES



ENCONTRO DE GERAÇÕES

terça-feira, 27 de abril de 2010
:: Formando o Novo Trabalhador ::

Já se foi o tempo em que para ser operario da construção civil aprendia-se fazendo na obra,com os mais velhos.
Os tempos são outros,o trabalhador está sendo qualificado para ser melhor naquilo que faz e no Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil esta é uma preocupação constante do Presidente Valter Souza.
Presente as aulas dos jovens estudantes Valter dialoga com eles incentivando-os a estudar com afinco e sempre continuar estudando para crescer na profissão.
Valter ouve os professores,questiona,indaga para avaliar se o futuro trabalhador está assimilando a mensagem do Sindicato ,que é uma categoria cada vez melhor.
Outra preocupação do Presidente é de formar o profissional e o cidadão.
A qualidade do ensino é das melhores na formação dos nossos trabalhadores e o aproveitamento pelas empresas identifica que o Sindicato está no caminho certo.
:: Presidente Presente ::

:: O charme na obra::

A presença de mulheres no canteiro de obras está transmitindo maior organização e respeito á construção civil.
Acostumados ao domínio do ambiente os homens agora defrontam-se com a companheiras operarias melhorando as relações e a qualidade do trabalho.
segunda-feira, 1 de março de 2010
:: Festa do Trabalhador ::

De alguma forma o Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil de Porto Alegre,antecipou a festa do Dia do Trabalhador reunindo trabalhadores e lideranças na Casa do Gaúcho( Parque da Harmonia) no dia 28/02.
Valter Souza,eleito,foi empossado com sua diretoria diante de 1.500 convidados que confraternizaram num ambiente de solidariedade onde não faltaram os representantes da classe patronal ( Sinduscon RS).
UMA NOVA FESTA
Neste dia Primeiro de Maio,será a vez do STICC reunir seus associados e convidados para Assembléia Geral e a festa do Dia do Trabalho,outra vez na Casa do Gaúcho.
Valter também vai confraternizar com as lideranças da Nova Central em Butiá,desdobrando-se para abraçar seus companheiros trabalhadores.
NOVA CENTRAL COM TUDO
Valter, havia sido eleito presidente da Nova Central RS e já tomou posse no cargo.
O sindicalista esta numa grande fase como dirigente sindical e com muitos planos para a Nova Central no Estado cuja pretensão é o aumento de sindicatos associados em 2010 para transformar a Nova Central numa das mais importantes no Rio Grande do Sul.
:: Uma nova Voz no Sindicalismo ::
Com
trabalho, vencemos as crisesA passagem rápida do Brasil pela crise mundial mostrou ao mundo o valor do trabalho e o papel positivo do sindicalismo na solução das crises. Foi quando Lula resolveu ouvir as centrais sindicais e assumir as propostas dos trabalhadores – reduzindo o IPI de eletrodomésticos e carros, valorizando o salário mínimo e criando políticas setoriais – o País fortaleceu o mercado interno e a poupança, resistindo à fase de incertezas. Sem um mercado consumidor tão forte, países ricos, como Alemanha, França e Japão, entraram em recessão, quando a economia encolhe e pára de crescer.
O passo seguinte é a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais – sem redução salarial – que pode gerar mais de dois milhões de empregos, além do tempo que o trabalhador ganhará para o lazer e o convívio familiar.
Na construção civil, a palavra de ordem é qualificação, com a aproximação da Copa do Mundo de 2014 e as obras que serão feitas em Porto Alegre para sediar a competição. Ouvimos do secretário extraordinário para a Copa do Mundo, José Fortunati, que também é vice-prefeito da capital, que haverá programas específicos para qualificar a categoria e ocupar todos os postos de trabalho existentes.
Valter Souza




